- Publicidade -

7 filmes essenciais para aprender italiano

filmes italianos

Filmes italianos em versão original e com legenda podem representar um ótimo recurso para aqueles quem quer aprender italiano. A produção do cinema italiano é riquíssima, então selecionamos para você 7 filmes perfeitos para pessoas que estão aprendendo esta bela língua.

1. “La Vita è Bella” (A Vida é Bela) (1997)

Diretor: Roberto Benigni

É um filme italiano de 1997, do gênero comédia dramática, dirigido e protagonizado por Roberto Benigni. O filme foi vencedor de três prêmios Oscar: melhor filme estrangeiro, melhor ator protagonista e melhor trilha sonora. Na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, Guido, um judeu, é mandado para um campo de concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Giosuè.

Guido é um homem simples, inteligente, espirituoso e possui um grande humor. Por ser um pai amoroso, consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos.

2. “Malena” (2000)

Diretor: Giuseppe Tornatore

Em uma pequena vila na Sicília, durante a Segunda Guerra, o menino Renato é obcecado pela bela Maddalena Scordia, que desperta paixões adolescentes e o desejo dos homens. Quando seu marido morre na guerra, o assédio torna-se insuportável. Um grupo de garotos de 13 anos de idade nutre uma profunda paixão por Malena (Monica Bellucci), a viúva de um soldado local, despertando uma história de amor, perda e coragem.

 

3. “L’Attesa” (A Espera) (2015)

Diretor: Piero Messina

Num momento de profunda dor e luto, Anna (Juliette Binoche) é surpreendida pela visita da namorada francesa do filho, Jeanne (Lou de Laâge), por ele convidada para os festejos de Páscoa. Isoladas num casarão na Sicília, Itália, elas escondem segredos enquanto aguardam ansiosamente o reaparecimento do rapaz.

A Espera é conduzido como um filme de terror. Mais especificamente, o projeto cria a impressão de um pesadelo, ou seja, um relato fantástico. O diretor Piero Messina parece inspirado nos cenários perturbadores de Suspiria e outros giallos para sugerir uma sensação de ameaça misturada a sensualidade.

4. “I Cento Passi” (Os Cem Passos) (2000)

Diretor: Marco Tullio Giordana

É um filme italiano de 2000, dirigido por Marco Tullio Giordana, sobre a vida de Giuseppe “Peppino” Impastato, um ativista contra a máfia na Sicília. A história se passa em Cinisi, na província de Palermo, cidade natal da família Impastato. Cem passos é a distância da casa da família até a do chefão da máfia, Tano Badalamenti.

A história de dedicação e luta por ideais humanistas é o fio condutor da obra de Marco Tullio Giordana “Os Cem Passos”. O título do filme refere-se aos números de passos que separam a casa dos Impastato da residência do mafioso Tano.

Peppino é um jovem revoltado com os crimes da máfia e com a colaboração do pai, Luigi, nesse sistema que engendra a falta de liberdade individual e a dependência financeira. Peppino, quando criança, conhece as ações atrozes da máfia, devido ao assassinato de um tio, até então chefe da organização na cidade. curioso o infante busca a verdade, e numa dessas indagações encontra o comunista Vaneti com quem trava relações. Ele se torna adepto das teses comunistas, enfrenta Tano criando uma rádio, na qual denuncia, ironiza e convoca a população a se indignar e promover mudanças profundas na estrutura de poder.

5. “Caro Diario” (Querido diário) (1993)

Diretor: Nanni Moretti

O filme conta-se em três capítulos: no primeiro, ele deambula pelas ruas de Roma, descobrindo fachadas, indo ao cinema, visitando o lugar onde Pasolini foi assassinado; no segundo, um cenário de ilhas paradisíacas transfigura-se em espaço de “infernal” humor, com todas as relações sociais em crise delirante; no último, Moretti fala da sua experiência com a doença. Ponto comum a todos os capítulos? Um cineasta que filma na primeira pessoa, não para afirmar a verdade da sua visão, antes sublinhando a singularidade do seu “eu”, desse lugar a partir do qual adquire os contornos de uma solidão irredutível.

 

6. “Cinema Paradiso” (Cinema paraíso) (1988)

Diretor: Giuseppe Tornatore

Salvatore Di Vita é um cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo está morto. A menção deste nome traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso, para onde Salvatore, então chamado de Totó, fugia sempre que podia, depois que terminava a missa (ele era coroinha). No começo, ele costumava espreitar as projeções através das cortinas do cinema, que o padre via primeiro para censurar as imagens que possuíam beijos, e fazia companhia a Alfredo, o projecionista. Foi ali que Totó aprendeu a amar o cinema.

Após um caso de amor frustrado com Elena, a filha do banqueiro da cidade, Totó deixa a cidade e vai para Roma, retornando somente trinta anos depois, por causa da morte de Alfredo. Ao final, o Novo Cinema Paradiso, já abandonado, acaba demolido pela prefeitura para construir um estacionamento. Voltando para Roma Totó assiste a uma fita com todas as imagens de beijo que o padre da cidade havia censurado e que Alfredo tinha guardado e deixado para Totó. Uma cena belíssima e emocionante.

7. “Il Postino” (O carteiro e o poeta) (1994)

Diretor: Michael Radford

Il Postino (‘O Carteiro e o Poeta’) é um filme dirigido por Michael Radford retratando a amizade entre o poeta chileno Pablo Neruda e um humilde carteiro que deseja aprender a fazer poesia.

O filme é baseado no livro Il Postino de Antonio Skármeta. O roteiro foi adaptado por Anna Pavignano, Michael Radford, Furio Scarpelli, Giacomo Scarpelli e Massimo Troisi, que também interpretou o carteiro. Uma primeira versão do roteiro, feita por Troisi, já havia sido realizada em 1983. O livro e a primeira versão do roteiro se passavam no Chile, por volta de 1970, quando Neruda vivia em Isla Negra. Na versão mostrada em Il Postino, a história se passa na Itália nos anos 50.

Por razões políticas o poeta Pablo Neruda se exila em uma ilha na Itália. Lá, um desempregado quase analfabeto é contratado como “carteiro” extra, encarregado de cuidar da correspondência do poeta. Gradativamente se forma uma sólida amizade entre os dois. O carteiro Mario, aos poucos, aprende a escrever seus sentimentos por Beatrice, e Neruda ganha, em troca, um ouvinte compreensivo para suas lembranças saudosas do Chile.

Bônus: “Amarcord” (1973)

Diretor: Federico Fellini

Amarcord é um filme de produção franco-italiana de 1973, do gênero comédia dramática, dirigido pelo grande cineasta italiano Federico Fellini.

O título Amarcord é uma referência à tradução fonética da expressão a m’ arcord (eu me lembro), usada na região da Emilia-Romagna, onde o diretor nasceu. Federico Fellini sempre negou que o filme fosse uma autobiografia, mas reconhecia que existiam semelhanças com a sua própria infância em Rimini.

Através dos olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação não-convencional.

Você já assistiu algum filme da lista? Que outro filme italiano você acrescentaria a esta lista?

- Publicidade -

Artigos recomendados