Origem da palavra “Esquecer”

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Esquecer do latim clássico excadere, pelo latim vulgar excadescere, cair fora, depois escaecer e por fim esqueecer, antes de fixar-se na forma atual. Tornou-se antônimo de lembrar, do latim memorare, depois mem’ar, tendo havido troca do “m” inicial por “l”, consolidando-se em lembrar.

Há casos de esquecimentos quase impossíveis. Um deles é do matemático norte-americano Norbert Weimer (1894-1964). Formou-se em Matemática aos 14 anos e tornou-se doutor em Lógica aos 18. Foi um dos criadores da Cibernética. Após repetir muitas vezes o endereço da casa para a qual se mudariam, a mulher o escreveu num papel, mas o marido foi à universidade, usou-o para resolver um problema e, quando voltou para casa, esqueceu que a família se mudara. Saiu à rua e perguntou a certa moça: “Perdão, senhorita, eu vivia naquela casa ali, não lembro o que aconteceu, mas está vazia”. “Não te preocupes, papai, mamãe achou que se esqueceria e me mandou te buscar”.

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